Comitê de Infraestrutura do IEP e Pró-Paraná atento à transição da concessão das rodovias do Paraná

(Foto: Jonathan Campos/AEN)

O Comitê de Infraestrutura do Movimento Pró-Paraná e do Instituto de Engenharia do Paraná (IEP) se reuniu virtualmente na tarde desta quinta-feira (09) com objetivo de conhecer e discutir questões relativas à transição do pedágio no Paraná. A reunião contou com a participação do diretor de Operação do Departamento de Estradas e Rodagens (DER) Paraná, Alexandre Castro Fernandes, que explicou como deve ser o processo de transição.


O presidente do Pró-Paraná, Marcos Domakoski, abriu a reunião contando a Fernandes como funcionam as reuniões do grupo e os objetivos dos encontros virtuais. “Nós estamos trabalhando de maneira a contribuir com questões relativas à infraestrutura do Paraná ”, resumiu Domakoski, relatando a ação do comitê em ações como o novo modelo de concessão, a terceira pista do Aeroporto Afonso Pena, em São José dos Pinhais, a nota técnica emitida na questão da Pedra da Palangana.


Domakoski fez um resumo da questão do novo modelo de concessão e explicou que a preocupação é com o modelo de transição, uma vez que o Governo do Estado já afirmou que não há perspectiva de prorrogação dos atuais contratos de concessão das rodovias. “A nossa preocupação é com o que vai acontecer nesse espaço de tempo, entre o término das atuais concessões, até o início dos novos contratos. Sabemos que existem aspectos políticos, burocráticos e técnicos”, afirmou.


O presidente do IEP, Nelson Gomez, agradeceu a presença de Fernandes e explicou que a ideia é tomar conhecimento do que vai acontecer após o dia 27 de novembro, quando se encerram os atuais contratos de concessão das rodovias do Paraná. Gomez também destacou que o processo das pedras da Palangana estão evoluindo positivamente, graças à atuação do Comitê, junto ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4).


Fernandes  afirmou que a intenção do governo é assinar os novos contratos o quanto antes.


Usuário

Nelson Gomez pontuou que é preciso pensar no usuário, uma vez que hoje, caso ocorra algum acidente, o motorista sabe para onde se dirigir e o funcionário é treinado para dar todo o suporte necessário.


O coordenador-geral do comitê, Luiz Roberto Bruel, destacou que o assunto da concessão vem sendo acompanhado há dois anos pelos membros e, uma vez definido o modelo a ser adotado, a preocupação agora deve ser com a transição e como impactar minimamente o usuário.


O assunto deve ser acompanhado de perto pelos membros do Comitê de Infraestrutura e discutido nas próximas reuniões.